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window.registerArticle({
  slug: 'diagnostico-antes-do-agente',
  category: 'implementacao',
  date: '2026-05-15',
  related: ['onde-a-operacao-perde-tempo', 'integrar-com-o-que-o-time-ja-usa'],
  i18n: {
    pt: {
      title: 'O diagnóstico vem antes do agente: por que mapear o processo importa mais que o modelo',
      dek: 'A pergunta que mais ouvimos é qual modelo de IA usar. É quase sempre a pergunta errada. O que decide o resultado é o entendimento do processo, não a escolha do modelo.',
      body: [
        { type: 'lead', text: 'Quando uma empresa procura a gente, a conversa costuma começar pela tecnologia. Qual modelo, qual ferramenta, qual integração. São perguntas legítimas, mas chegam cedo demais. Antes delas existe uma que decide muito mais do resultado: como esse trabalho é feito hoje, de verdade?' },
        { type: 'p', text: 'A gente aprendeu a desconfiar de qualquer projeto que pula essa etapa. Não porque o modelo não importe, mas porque o modelo é a parte fácil. A parte difícil, a que separa um agente que funciona de um que vira enfeite, é entender o processo com honestidade antes de tocar em qualquer linha de código.' },

        { type: 'h2', text: 'O processo descrito e o processo real' },
        { type: 'p', text: 'Todo processo tem duas versões. A versão do manual, limpa e linear, e a versão real, cheia de exceções, atalhos e decisões que ninguém anotou em lugar nenhum. A versão do manual é a que aparece quando você pergunta "como vocês fazem isso?". A versão real é a que aparece quando você senta ao lado de quem faz e observa por uma semana.' },
        { type: 'p', text: 'Um agente construído sobre a versão do manual funciona na demonstração e quebra na operação. Porque a operação é feita de exceções, e as exceções são exatamente o que o manual omite. O diagnóstico existe para encontrar a distância entre as duas versões, que é onde mora o risco do projeto.' },
        { type: 'quote', text: 'O modelo você troca em uma tarde. O entendimento do processo é o que leva tempo e é o que decide tudo.', cite: 'Equipe Moore AI' },

        { type: 'h2', text: 'O que a gente procura no diagnóstico' },
        { type: 'p', text: 'A imersão com o time não é uma formalidade. É onde a gente mapeia o processo, identifica onde ele realmente perde tempo e separa o que vale automatizar do que só parece valer. Algumas perguntas guiam esse trabalho.' },
        { type: 'ul', items: [
          'Quais passos se repetem igual em quase todos os casos, e quais variam?',
          'Onde estão as exceções, com que frequência aparecem e quem decide o que fazer com elas?',
          'Qual o custo de um erro nesse processo, e quão rápido ele é percebido?',
          'De onde vêm os dados de entrada e para onde vai a saída?',
          'O que, se fosse adiantado, devolveria mais tempo para as pessoas?',
        ] },
        { type: 'p', text: 'Esse mapeamento gera três coisas: um mapa do processo como ele é, uma lista de casos de uso priorizados por impacto e viabilidade, e um plano de implementação. A priorização é a parte que mais economiza dinheiro, porque impede a empresa de gastar esforço no caso de uso errado.' },

        { type: 'h2', text: 'Por que impacto e viabilidade andam juntos' },
        { type: 'p', text: 'Um caso de uso de alto impacto e baixa viabilidade é uma armadilha: parece o projeto dos sonhos e termina em frustração. Um caso de baixo impacto e alta viabilidade é uma distração: entrega rápido e não muda nada. Os dois eixos precisam ser olhados ao mesmo tempo.' },
        { type: 'callout', title: 'A ordem certa', text: 'Comece pelo que tem alto impacto e alta viabilidade, ainda que pareça pequeno. Um primeiro acerto visível constrói a confiança que sustenta os projetos maiores depois.' },
        { type: 'p', text: 'É comum o caso de uso mais empolgante não ser o primeiro que a gente recomenda. O primeiro precisa, acima de tudo, funcionar e ser percebido funcionando. A ambição vem depois, com chão para se apoiar.' },

        { type: 'h2', text: 'O diagnóstico não é desperdício de tempo' },
        { type: 'p', text: 'Existe uma pressão natural para pular essa fase e ir logo para a construção. Parece que mapear processo é tempo que não vira produto. É o contrário. Cada semana de diagnóstico bem feito economiza meses de um agente construído sobre a premissa errada.' },
        { type: 'p', text: [ 'O diagnóstico também é o que torna a integração viável, porque é nele que a gente entende quais ferramentas o time já usa e por onde o agente vai se conectar a elas, assunto de ', { to: 'integrar-com-o-que-o-time-ja-usa', text: 'integrar com o que o time já usa' }, '. E é onde nascem os primeiros casos de uso, tema de ', { to: 'onde-a-operacao-perde-tempo', text: 'onde a operação ainda perde tempo' }, '.' ] },
        { type: 'p', text: 'A pergunta certa nunca foi qual modelo usar. É onde a operação perde tempo, como o trabalho é feito de verdade e o que vale a pena entregar ao agente. O modelo é só a ferramenta que executa a resposta.' },
      ],
    },
    en: {
      title: 'Diagnosis before the agent: why mapping the process matters more than the model',
      dek: 'The question we hear most is which AI model to use. It is almost always the wrong question. What determines the outcome is understanding the process, not choosing the model.',
      body: [
        { type: 'lead', text: 'When a company comes to us, the conversation usually starts with technology. Which model, which tool, which integration. These are legitimate questions, but they come too early. Before them there is one that determines far more of the outcome: how is this work actually done today?' },
        { type: 'p', text: 'We have learned to be wary of any project that skips this step. Not because the model does not matter, but because the model is the easy part. The hard part, the one that separates an agent that works from one that becomes a showpiece, is understanding the process honestly before touching a single line of code.' },

        { type: 'h2', text: 'The described process and the real process' },
        { type: 'p', text: 'Every process has two versions. The manual version, clean and linear, and the real version, full of exceptions, shortcuts, and decisions that no one ever wrote down anywhere. The manual version is what comes up when you ask "how do you do this?" The real version is what appears when you sit next to the person doing it and watch for a week.' },
        { type: 'p', text: 'An agent built on the manual version works in the demo and breaks in production. Because operations are made of exceptions, and exceptions are exactly what the manual leaves out. The diagnosis exists to find the distance between the two versions, which is where the project risk lives.' },
        { type: 'quote', text: 'You can swap the model in an afternoon. Understanding the process is what takes time, and it is what decides everything.', cite: 'Moore AI Team' },

        { type: 'h2', text: 'What we look for in the diagnosis' },
        { type: 'p', text: 'Immersion with the team is not a formality. It is where we map the process, identify where it truly loses time, and separate what is worth automating from what only seems worth it. A few questions guide this work.' },
        { type: 'ul', items: [
          'Which steps repeat identically in almost every case, and which ones vary?',
          'Where are the exceptions, how often do they appear, and who decides what to do with them?',
          'What is the cost of an error in this process, and how quickly is it noticed?',
          'Where does the input data come from and where does the output go?',
          'What, if handled in advance, would give people the most time back?',
        ] },
        { type: 'p', text: 'This mapping produces three things: a map of the process as it actually is, a list of use cases prioritized by impact and feasibility, and an implementation plan. Prioritization is the part that saves the most money, because it prevents the company from spending effort on the wrong use case.' },

        { type: 'h2', text: 'Why impact and feasibility go together' },
        { type: 'p', text: 'A high-impact, low-feasibility use case is a trap: it looks like the dream project and ends in frustration. A low-impact, high-feasibility use case is a distraction: it ships fast and changes nothing. Both axes need to be considered at the same time.' },
        { type: 'callout', title: 'The right order', text: 'Start with what has high impact and high feasibility, even if it seems small. A first visible win builds the confidence that sustains larger projects later on.' },
        { type: 'p', text: 'It is common for the most exciting use case not to be the first one we recommend. The first one needs, above all else, to work and to be seen working. Ambition comes later, once there is solid ground to stand on.' },

        { type: 'h2', text: 'The diagnosis is not a waste of time' },
        { type: 'p', text: 'There is a natural pressure to skip this phase and jump straight to building. It can feel as though mapping a process is time that does not turn into a product. The opposite is true. Every week of well-done diagnosis saves months on an agent built on the wrong assumption.' },
        { type: 'p', text: [ 'The diagnosis is also what makes integration viable, because it is where we learn which tools the team already uses and how the agent will connect to them, the subject of ', { to: 'integrar-com-o-que-o-time-ja-usa', text: 'integrating with what the team already uses' }, '. And it is where the first use cases are born, the topic of ', { to: 'onde-a-operacao-perde-tempo', text: 'where operations still lose time' }, '.' ] },
        { type: 'p', text: 'The right question was never which model to use. It is where the operation loses time, how the work is truly done, and what is worth handing to the agent. The model is just the tool that executes the answer.' },
      ],
    },
    es: {
      title: 'El diagnóstico va antes que el agente: por qué mapear el proceso importa más que el modelo',
      dek: 'La pregunta que más escuchamos es qué modelo de IA usar. Casi siempre es la pregunta equivocada. Lo que determina el resultado es entender el proceso, no elegir el modelo.',
      body: [
        { type: 'lead', text: 'Cuando una empresa nos contacta, la conversación suele empezar por la tecnología. Qué modelo, qué herramienta, qué integración. Son preguntas legítimas, pero llegan demasiado pronto. Antes de ellas hay una que determina mucho más del resultado: ¿cómo se hace realmente este trabajo hoy?' },
        { type: 'p', text: 'Aprendimos a desconfiar de cualquier proyecto que se salta esta etapa. No porque el modelo no importe, sino porque el modelo es la parte fácil. La parte difícil, la que separa un agente que funciona de uno que se convierte en adorno, es entender el proceso con honestidad antes de tocar una sola línea de código.' },

        { type: 'h2', text: 'El proceso descrito y el proceso real' },
        { type: 'p', text: 'Todo proceso tiene dos versiones. La versión del manual, limpia y lineal, y la versión real, llena de excepciones, atajos y decisiones que nadie anotó en ningún lugar. La versión del manual es la que aparece cuando preguntas "¿cómo hacen esto?". La versión real es la que aparece cuando te sientas al lado de quien lo hace y observas durante una semana.' },
        { type: 'p', text: 'Un agente construido sobre la versión del manual funciona en la demostración y falla en la operación. Porque la operación está hecha de excepciones, y las excepciones son exactamente lo que el manual omite. El diagnóstico existe para encontrar la distancia entre las dos versiones, que es donde vive el riesgo del proyecto.' },
        { type: 'quote', text: 'El modelo lo cambias en una tarde. Entender el proceso es lo que lleva tiempo y es lo que decide todo.', cite: 'Equipo Moore AI' },

        { type: 'h2', text: 'Qué buscamos en el diagnóstico' },
        { type: 'p', text: 'La inmersión con el equipo no es una formalidad. Es donde mapeamos el proceso, identificamos dónde pierde tiempo de verdad y separamos lo que vale la pena automatizar de lo que solo parece valer. Algunas preguntas guían este trabajo.' },
        { type: 'ul', items: [
          '¿Qué pasos se repiten igual en casi todos los casos y cuáles varían?',
          '¿Dónde están las excepciones, con qué frecuencia aparecen y quién decide qué hacer con ellas?',
          '¿Cuál es el costo de un error en este proceso y qué tan rápido se detecta?',
          '¿De dónde vienen los datos de entrada y adónde va la salida?',
          '¿Qué, si se adelantara, le devolvería más tiempo a las personas?',
        ] },
        { type: 'p', text: 'Este mapeo produce tres cosas: un mapa del proceso tal como es, una lista de casos de uso priorizados por impacto y viabilidad, y un plan de implementación. La priorización es la parte que más dinero ahorra, porque evita que la empresa gaste esfuerzo en el caso de uso equivocado.' },

        { type: 'h2', text: 'Por qué impacto y viabilidad van juntos' },
        { type: 'p', text: 'Un caso de uso de alto impacto y baja viabilidad es una trampa: parece el proyecto soñado y termina en frustración. Un caso de bajo impacto y alta viabilidad es una distracción: se entrega rápido y no cambia nada. Los dos ejes hay que analizarlos al mismo tiempo.' },
        { type: 'callout', title: 'El orden correcto', text: 'Empieza por lo que tiene alto impacto y alta viabilidad, aunque parezca pequeño. Un primer resultado visible construye la confianza que sostiene los proyectos más grandes después.' },
        { type: 'p', text: 'Es habitual que el caso de uso más emocionante no sea el primero que recomendamos. El primero necesita, ante todo, funcionar y ser percibido funcionando. La ambición viene después, cuando hay terreno firme donde apoyarse.' },

        { type: 'h2', text: 'El diagnóstico no es un desperdicio de tiempo' },
        { type: 'p', text: 'Existe una presión natural por saltarse esta fase e ir directo a la construcción. Parece que mapear un proceso es tiempo que no se convierte en producto. Es lo contrario. Cada semana de diagnóstico bien hecho ahorra meses de un agente construido sobre una premisa equivocada.' },
        { type: 'p', text: [ 'El diagnóstico también es lo que hace viable la integración, porque es donde entendemos qué herramientas ya usa el equipo y cómo el agente se conectará a ellas, tema de ', { to: 'integrar-com-o-que-o-time-ja-usa', text: 'integrar con lo que el equipo ya usa' }, '. Y es donde nacen los primeros casos de uso, asunto de ', { to: 'onde-a-operacao-perde-tempo', text: 'dónde la operación todavía pierde tiempo' }, '.' ] },
        { type: 'p', text: 'La pregunta correcta nunca fue qué modelo usar. Es dónde pierde tiempo la operación, cómo se hace el trabajo de verdad y qué vale la pena entregarle al agente. El modelo es solo la herramienta que ejecuta la respuesta.' },
      ],
    },
  },
});
